Campus universitários, instituições de ensino e grandes complexos empresariais podem concentrar diferentes edifícios, estacionamentos, áreas residenciais, bibliotecas, centros esportivos, restaurantes e outros pontos de interesse em uma mesma propriedade. Quando essas áreas estão distribuídas por distâncias significativas, os deslocamentos internos passam a fazer parte da rotina de estudantes, funcionários, visitantes e equipes operacionais.

A mobilidade elétrica compartilhada em campus permite disponibilizar veículos para diferentes usuários sem que cada pessoa precise possuir uma unidade individual. O acesso pode ser organizado por meio de uma plataforma digital, enquanto a equipe responsável acompanha a disponibilidade dos veículos, as baterias e as necessidades de manutenção.

Esse modelo pode ser considerado tanto por universidades e instituições educacionais quanto por campus empresariais, parques corporativos e propriedades de grande porte que necessitem organizar deslocamentos internos de curta distância.

Por que Considerar Mobilidade Compartilhada em um Campus?

Em um campus, a necessidade de deslocamento não ocorre necessariamente entre a residência do usuário e a instituição. Muitas vezes, o próprio ambiente interno possui distâncias que precisam ser percorridas diversas vezes ao longo do dia.

Uma operação compartilhada pode complementar outras formas de deslocamento interno ao disponibilizar veículos em pontos definidos de acordo com o fluxo de usuários e as características da propriedade.

Entre as situações que podem ser consideradas estão:

  • deslocamentos entre edifícios acadêmicos ou administrativos;
  • conexões entre estacionamentos e áreas internas;
  • acesso entre residências estudantis e outras áreas do campus;
  • deslocamentos até bibliotecas, centros esportivos e áreas de alimentação;
  • mobilidade de funcionários e equipes operacionais;
  • deslocamentos internos em campus empresariais e parques corporativos.

Compartilhamento em Vez de Veículos Individuais

Em uma operação compartilhada, um mesmo veículo pode atender diferentes usuários ao longo do dia. Isso altera a forma como o projeto deve ser planejado.

Em vez de analisar apenas quantos usuários existem no campus, é necessário entender onde a demanda ocorre, em quais horários, quanto tempo os veículos permanecem em utilização e como eles são redistribuídos entre diferentes pontos.

Por isso, o número de veículos não precisa necessariamente corresponder ao número total de usuários. A frota deve ser dimensionada de acordo com a utilização esperada e posteriormente ajustada com base nos dados reais da operação.

Pontos de Disponibilidade dos Veículos

A localização dos veículos influencia diretamente a experiência do usuário e a eficiência da operação.

Os pontos podem ser planejados próximos a locais com maior geração de viagens, como:

  • entradas principais;
  • estacionamentos;
  • residências estudantis;
  • edifícios acadêmicos;
  • centros administrativos;
  • áreas esportivas;
  • restaurantes e áreas de convivência;
  • estações ou pontos de transporte próximos ao campus.

A distribuição inicial pode ser ajustada depois que a operação começar a gerar dados sobre utilização, horários de maior demanda e deslocamentos mais frequentes.

Acesso por QR Code

Em projetos com veículos conectados, o QR Code pode ser utilizado como parte do processo de acesso ao veículo.

O usuário identifica a unidade disponível, realiza a leitura do código por meio do sistema configurado para a operação e inicia o processo de utilização conforme as regras definidas pelo operador.

Esse modelo permite integrar o veículo a uma experiência digital de compartilhamento, em vez de depender exclusivamente de processos manuais de entrega e devolução.

Gestão de uma Frota Distribuída pelo Campus

Uma operação com múltiplos veículos exige acompanhamento contínuo da frota.

Dependendo da configuração do projeto, a plataforma de gestão pode reunir informações relacionadas a veículos, usuários, estações, utilização e outros dados operacionais.

Essas informações podem apoiar decisões sobre disponibilidade dos veículos, redistribuição da frota, manutenção e expansão da operação.

Gestão das Baterias

A bateria é um dos principais elementos operacionais de uma frota elétrica compartilhada. Um veículo indisponível por falta de carga reduz a capacidade efetiva da operação, mesmo quando fisicamente está presente no campus.

Por isso, o planejamento pode considerar não apenas as baterias instaladas nos veículos, mas também baterias adicionais para rotação e infraestrutura adequada para recarga e serviço.

A quantidade necessária depende de fatores como distância percorrida diariamente, frequência de utilização, autonomia efetiva, tempo de recarga e horários de funcionamento do campus.

Estações de Serviço e Recarga

Em projetos maiores, diferentes áreas do campus podem apresentar níveis de demanda distintos. Alguns pontos podem atender uma utilização regular, enquanto locais próximos a entradas, estacionamentos, residências ou centros de maior circulação podem concentrar uma rotatividade mais elevada.

A capacidade das estações de serviço e recarga pode ser dimensionada de acordo com essa demanda, evitando a necessidade de aplicar exatamente a mesma configuração a todos os pontos.

A operação das baterias e dos compartimentos destinados à recarga deve permanecer sob responsabilidade da equipe autorizada conforme a configuração adotada no projeto.

Operação e Manutenção

Uma frota compartilhada precisa ser tratada como uma operação contínua, e não apenas como um conjunto de veículos adquiridos.

A equipe responsável deve estabelecer processos para:

  • inspeção periódica dos veículos;
  • acompanhamento das baterias;
  • identificação de alertas e ocorrências;
  • manutenção preventiva e corretiva;
  • redistribuição dos veículos quando necessário;
  • retirada temporária de unidades que necessitem de manutenção;
  • acompanhamento da disponibilidade da frota.

A disponibilidade de peças de reposição também deve fazer parte do planejamento para reduzir períodos de indisponibilidade dos veículos.

ZORYKEN SH1 para Operações Compartilhadas

A ZORYKEN SH1 foi configurada para projetos de mobilidade elétrica compartilhada e pode ser considerada para operações em campus.

O modelo combina motor de 350W, bateria LiFePO4 de 48V 24Ah, desbloqueio por QR Code, conectividade IoT e coleta de informações relacionadas ao estado de carga da bateria.

Essas características permitem integrar o veículo a uma operação com múltiplas unidades e gestão centralizada.

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Campus Universitários e Campus Empresariais

Embora universidades sejam uma aplicação importante, o mesmo conceito pode ser avaliado em outros ambientes com características semelhantes.

Campus empresariais, parques tecnológicos, complexos corporativos e propriedades com múltiplos edifícios também podem apresentar necessidades de deslocamento interno entre estacionamentos, escritórios, áreas de serviços e outros pontos.

O dimensionamento deve considerar as características específicas de cada propriedade e o perfil dos usuários.

Começar com uma Operação Inicial e Ajustar com Dados

O planejamento inicial é importante, mas uma operação compartilhada também deve ser capaz de evoluir depois do lançamento.

Dados reais de utilização podem mostrar quais pontos possuem maior demanda, em quais horários ocorrem picos de utilização, onde os veículos precisam ser redistribuídos e como a infraestrutura de baterias deve ser ajustada.

Essa abordagem permite que a operação seja ampliada ou reorganizada de acordo com o comportamento real dos usuários, em vez de depender exclusivamente de estimativas realizadas antes da implantação.

Planejamento de um Projeto de Mobilidade Compartilhada em Campus

Antes da implantação, é recomendável avaliar:

  • dimensões e características do campus;
  • principais origens e destinos internos;
  • perfil e quantidade potencial de usuários;
  • horários de maior demanda;
  • quantidade inicial de veículos;
  • localização dos pontos de disponibilidade;
  • necessidades de recarga e rotação de baterias;
  • processos de manutenção;
  • conectividade e gestão da frota;
  • regras internas e requisitos aplicáveis à operação.

Para conhecer a estrutura mais ampla de veículos, conectividade, gestão e infraestrutura, consulte a página de Mobilidade Elétrica Compartilhada da ZORYKEN.

Regulamentação e Regras do Campus

A implantação deve considerar tanto as características técnicas e a classificação aplicável aos veículos quanto as regras estabelecidas pela instituição responsável pelo local.

Campus e propriedades privadas podem possuir políticas próprias relacionadas a circulação, velocidade, estacionamento, segurança e áreas autorizadas para utilização.

Quando a operação envolver áreas externas ao campus ou vias sujeitas à regulamentação pública, os requisitos aplicáveis devem ser avaliados de acordo com a configuração do veículo e o local de utilização.

Consulte também a área de Regulamentação da ZORYKEN.

Mobilidade Compartilhada como Projeto

Uma operação em campus envolve a relação entre veículos, usuários, infraestrutura, baterias, manutenção e gestão. Por isso, o projeto deve ser dimensionado como um sistema operacional completo, e não apenas como uma compra de veículos.

A ZORYKEN pode avaliar projetos de mobilidade elétrica compartilhada considerando a escala da operação, quantidade de veículos, configuração tecnológica e necessidades específicas do campus.

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Sobre a ZORYKEN 

A ZORYKEN fornece soluções de mobilidade elétrica para o mercado brasileiro, com scooters elétricas, bicicletas elétricas, motos elétricas, peças de reposição e suporte pós-venda.

Atendemos empresas, revendedores, distribuidores e operações de frota, com suporte comercial B2B e operação local em São Paulo.

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